Pensar vs sonhar acordado – qual a diferença?
A maior parte das pessoas que passa o dia a “pensar” não faz mais do que sonhar acordada. Pensar não é o mesmo que sonhar acordado. O pensamento construtivo é muito mais difícil que sonhar acordado – talvez por isso tão poucas pessoas de facto pensem.
Por forma a ser útil, pensar tem que ser: (mais…)
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Quando as cópias são livres, é necessário vender coisas que não podem ser copiadas.
Então, o que não pode ser copiado? (mais…)
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Esta técnica é uma forma simples e rápida de começar um projecto daqueles para os quais não nos surge nada nas fases iniciais que possam despoletar «aquela» ideia.
A técnica é esta: (mais…)
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Engolir o sapo… Fazer a tarefa mais desagradável primeiro. Se a primeira coisa do seu dia de trabalho for a mais horrível, aquela que menos lhe apetece fazer, então, depois de feita, o seu dia só pode continuar a melhorar…
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O que distingue uma boa tecnologia de uma tecnologia estúpida?
Segundo Stephen Downes, neste post, existem nove principais características na boa tecnologia:
- 1. está sempre disponível, no sentido em que não requer uma reserva, uma requisição de recursos;
- 2. está sempre em «on», i.e. está sempre ligada, ou a sua disponibilidade exige um esforço mínimo no sentido de a ligar;
- 3. está sempre conectada, no sentido de permitir comunicar remotamente, de forma síncrona;
- 4. é standardizada (universal), usada por um grupo planetário de utilizadores, sem adaptações morosas;
- 5. é simples, no sentido da sua usabilidade, sendo apenas necessário olhar para os dispositivos de input, sem necessidade de consultar o manual do utilizador;
- 6. não precisa de «peças» adicionais, i.e. não necessita de componentes adicionais para funcionar;
- 7. é personalizável, no sentido de permitir ao utilizador configurar as funções que quer, com o aspecto que quer;
- 8. é modular, no sentido de possibilitar ao utilizador, o rearranjo das suas partes constituintes, com um mínimo de esforço;
- 9. faz exactamente aquilo que o utilizador QUER FAZER, nem menos nem mais.
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O bloco de notas esteve presente deste sempre.
O que se pretende aqui é que deixemos o teclado por algum tempo, apenas 15 minutos por dia.
O que se propõe aqui é uma actividade de brainstorming usando uma ferramenta low-tech – o bloco de notas (por exemplo o célebre moleskine ou o português «Castelo»)
A actividade:
- arranjar um timer e colocá-lo em 15 min.;
- ir para um sítio com poucas distrações e que seja afastado do seu local de trabalho habitual;
- abra o bloco de notas;
- começar a contagem do tempo (os tais 15 min.);
- olhar no vazio, ou apenas fechar os olhos e «ver» aquilo que surge na sua mente;
- assim que esse tópico surgir, escreva-o no bloco de notas e esqueça-o;
- mantenha-se neste estado durante 15 min. O objectivo é criar uma janela de oportunidade para deixar que as «coisas» que estão entaladas na nossa mente tenham uma hipótese de ver a luz do dia;
- quando o alarme tocar regresse à rotinazinha e extraia do bloco de notas a próxima acção a desenvolver, o «wath´s next»;
- repetir diariamente.
Comigo às vezes resulta… cada dia que passa resulta mais…
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