Pensar vs sonhar acordado – qual a diferença?
A maior parte das pessoas que passa o dia a “pensar” não faz mais do que sonhar acordada. Pensar não é o mesmo que sonhar acordado. O pensamento construtivo é muito mais difícil que sonhar acordado – talvez por isso tão poucas pessoas de facto pensem.
Por forma a ser útil, pensar tem que ser: (mais…)
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Quando as cópias são livres, é necessário vender coisas que não podem ser copiadas.
Então, o que não pode ser copiado? (mais…)
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Engolir o sapo… Fazer a tarefa mais desagradável primeiro. Se a primeira coisa do seu dia de trabalho for a mais horrível, aquela que menos lhe apetece fazer, então, depois de feita, o seu dia só pode continuar a melhorar…
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O que distingue uma boa tecnologia de uma tecnologia estúpida?
Segundo Stephen Downes, neste post, existem nove principais características na boa tecnologia:
- 1. está sempre disponível, no sentido em que não requer uma reserva, uma requisição de recursos;
- 2. está sempre em «on», i.e. está sempre ligada, ou a sua disponibilidade exige um esforço mínimo no sentido de a ligar;
- 3. está sempre conectada, no sentido de permitir comunicar remotamente, de forma síncrona;
- 4. é standardizada (universal), usada por um grupo planetário de utilizadores, sem adaptações morosas;
- 5. é simples, no sentido da sua usabilidade, sendo apenas necessário olhar para os dispositivos de input, sem necessidade de consultar o manual do utilizador;
- 6. não precisa de «peças» adicionais, i.e. não necessita de componentes adicionais para funcionar;
- 7. é personalizável, no sentido de permitir ao utilizador configurar as funções que quer, com o aspecto que quer;
- 8. é modular, no sentido de possibilitar ao utilizador, o rearranjo das suas partes constituintes, com um mínimo de esforço;
- 9. faz exactamente aquilo que o utilizador QUER FAZER, nem menos nem mais.
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Com o desenvolvimento da internet e das chamadas aplicações de Web 2.0, por oposição a uma internet 1.0 em que a produção de conteúdos acontecia do «lado de lá», hoje em dia assiste-se a um explosão do potencial comunicativo dos seres humanos. A comunicação passou a ser produzida do lado «de cá».
Problemas?
A qualidade da informação… ou a falta dela…
Um senhor que se chama Andrew Keen produziu livro que se chama o Culto do Amador.
Neste livro ele defende que o advento da web 2.0, dos consumidores-produtores de informação, está a conduzir a um abastardamento da qualidade da informação disponível na internet, e por arrasto, naquilo a que gostamos de chamar CULTURA. Compara os blogistas a um bando de macacos equipados com máquinas de escrever, debitando verborreia em milhões de blogs a um ritmo assustador e que ,no limite, se constituirá no novo corpo do conhecimento.
A isto ele chama o custo da democratização…
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Um site interessante fornecido por um colega de mestrado – o João Lima
http://www.thirteen.org/edonline/concept2class/index.html
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Há-de servir o presente para a reflexão do próprio que neste momento se encontra a mestrar.
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